Monthly Archives: July 2007

A revista Playboy em uma perspectiva antropológica

Gosto de filosofar sobre o papel das revistas como a Playboy no mundo contemporâneo. As entrevistas e matérias são irrelevantes e geralmente sem graça e mal escritas, e em nada contribuem para o progresso do mundo – não é isso que me interessa. O melhor e o mais profícuo das revistas de mulheres nuas são, […]

Sexo na TV em tempos de Pan

Desde as olimpíadas de 2004 acompanho com especial interesse o pólo aquático feminino. Um esporte em que mulheres seminuas trocam alguns amassos embaixo d’água tem que ser divertido. Claro, seria mais divertido se, em vez de água, a piscina tivesse lama. Mas o mundo não é mesmo perfeito. O bacana em Atenas eram as câmeras […]

Violência na TV em tempos de Pan – parte 2

Eis uma “bela” imagem produzida pela ginástica olímpica do Pan. A foto é d’O Globo.

Violência na TV em tempos de Pan

Costumo passear pelos canais de TV em busca de sexo e violência. Ora, se eu quisesse encontrar alguma forma de inteligência refinada, leria um livro ou faria terapia. Assinei a TV a cabo para diversificar a oferta de sensacionalismo e humor involuntário, tão fartos na TV gratuita. Assim, nesses tempos esportivos de Pan, encontro-me assistindo […]

Por que vejo BBB – Carol vai botar silicone nos peitinhos

Muita gente vê porque se emociona. Outros se justificam intelectualmente, dizem que assistem porque é uma novela da “vida real” (maldito clichê), ou ainda, pela “dinâmica revolucionária” dos tais atores/autores. Pra mim é muito simples, vejo BBB pelo mesmo motivo que assisto partidas de tênis feminino: coxas, bundas e peitos atléticos em movimento e sem […]

Todo blogueiro é prepotente (inclusive eu)

Amigos, gosto de Nelson Rodrigues, das mulheres, e de frases lapidares. Serão uma tônica nesta página, daqui por diante, as tais frases lapidares. Não tenho paciência para apresentações, nem acredito em apresentações pessoais que sejam interessantes. Esta coluna não será um diário, nem aqui despejarei sobre vocês a minha miséria ordinária e as minhas pequenezas […]